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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Adolescência - Como combater o vandalismo



Adolescentes são rebeldes por natureza, ainda mais quando se juntam. Nas escolas não é diferente e atitudes que podem causar confusão não faltam. Saber como lidar com estas situações é sempre um grande desafio para os professores e os dilemas sobre o que fazer são muitos.
A rebeldia por parte dos adolescentes em uma escola pode levar a varias situações, que vão desde casos mais simples como barulho em demasia, como outros mais graves como uso de drogas e atitudes de vandalismo. Porém, em todos os casos, um fato é considerado certo pelos especialistas: a primeira coisa a se fazer é conversar com os pais do adolescente e não com ele.
Para especialistas em questões educacionais, a primeira atitude a ser tomada pelo corpo docente é chamar os pais das crianças e adolescentes rebeldes para uma reunião, juntamente com o Orientador, para expor os acontecimentos e tomar as providências. Não é interessante que o professor participe dessa conversa desacompanhado do Orientador ou membro da Direção, porque os pais, que normalmente defendem seus filhos, poderão crer que se trata de implicância pessoal.
 É importante sempre a conscientização dos pais, já que muitas vezes o filho somente repete o comportamento dos próprios pais em suas atitudes. Uma discussão com o vizinho, jogar lixo pela janela e outras possíveis atitudes dos pais podem contribuir para o não cumprimento das regras pelos filhos na escola.
Ameaça não
Em casos onde a rebeldia dos jovens passa do ponto e eles chegam a cometer ações de vandalismo como quebrar portas, sujar paredes, riscar carros no estacionamento, é importante que o professor ou administrador tome cuidado para que nenhuma ameaça seja feita a estes jovens.
Nãoé um protecionismo para com o jovem desrespeitoso ou violento, mas uma soma de entendimentos, inicialmente porque são graves as conseqüências de uma ameaça a um adolescente e, por isso, antes de qualquer atitude a melhor dica é buscar orientação de um especialista jurídico. Só assim as providências cabíveis, como advertência, notificação, representação legal e, até mesmo, acionamento do Conselho Tutelar para intervenção nos casos mais graves, podem ser tomadas.
Vale lembrar sempre que, de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e mesmo o Código Civil, as crianças e adolescentes não podem ser expostas a situações vexatórias, constrangedoras ou mesmo ofendidas, pois as consequências ao ofensor são graves.
Por outro lado, temos que avaliar também os motivos, causas, que levam o jovem aquela conduta. Como já exposto, muitas vezes o jovem só está manifestando o que aprende em casa, ou de outras violências sofridas. Ai nós temos uma VITIMA, e vitima tem que ser tratada com o respeito cabível a cada caso.

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